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Militia Sanctæ Mariæ

Quem somos e o que fazemos

As Festas da Ordem

“O Cavaleiro honra e protege os pobres, os fracos e os deserdados”

Os Cavaleiros de Nossa Senhora, votados ao serviço da Igreja e da Cristandade, celebrarão antes de tudo com fervor as grandes solenidades do ano litúrgico: Natal e a Epifania, Páscoa, Ascensão e o Pentecostes. Mas como são comuns a todos os Cristãos, acrescentar-se-ão doze destas próprias que se encontram organizadas da seguinte forma:

Uma festa solene:

1) A Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria Mãe de Deus e Rainha do Mundo, titular da Catedral de Chartres (15 de Agosto) ... ver mais

Cinco festas maiores:

2) Cristo-Rei (último domingo "per annum") ... ver mais
3) Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo (sexta-feira depois do II Domingo depois do Pentecostes) ... ver mais
4) Imaculada Conceição da Bem-aventurada Virgem Maria (8 de Dezembro) ... ver mais
5) S. Miguel Arcanjo, príncipe da milícia Celeste e Grão-Mestre da Ordem (29 de Setembro) ... ver mais
6) Natividade de S. João Baptista, Percursos do Senhor e Patrono ... ver mais

Seis festas menores:

7) S. José, Esposo da Virgem Maria e Patrono da Igreja Universal (19 de Março) ... ver mais
8) S. Jorge, Patrono da Cavalaria (23 de Abril) ... ver mais
9) S. Bento, Abade e Patriarca dos Monges do Ocidente (11 de Julho) ... ver mais
10) S. Bernardo de Claraval, Pai dos Cistercienses e dos Templários (20 de Agosto) ... ver mais

11) S. Luís Maria Grignion de Monfort, autor da verdadeira devoção à Santíssima Virgem (28 de Abril)

"Foi por intermédio da Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo, e é também por meio dela que Ele deve reinar no mundo"

Imagem de São Luis Maria Grignion de Montfort no interior da Basílica de São Pedro, no Vaticano
Imagem de São Luis Maria Grignion de Montfort no interior da Basílica de São Pedro, no Vaticano

Nasceu em 1673 na aldeia de Montfort, em França. Foi educado no colégio da Compenhia de Jesus de Rennes e ordenado padre em 1700. Fundou uma congregação de sacerdotes, a "Companhia de Maria", para o ministério de missões populares, e uma congregação feminina, as "Filhas da Sabedoria".

Foi um missionário infatigável e abnegado que, com missão recebida directamente do Papa, evangelizou a Bretanha e diversas regiões de França ao longo de muitos anos, tendo sofrido inúmeras perseguições, instigadas pelo espírito jansenista que nessa época se tinha infiltrado não só entre os fiéis como entre o clero e até na hierarquia da Igreja de França.

A característica que mais o distinguiu na sua pregação e marca a sua espiritualidade foi a devoção à Virgem Santíssima, com modalidades tão pessoais que fazem dele um caso sem igual na espiritualidade mariana de todos os tempos.

Morreu santamente em 1716. Foi beatificado por Leão XIII em 1888. Pio XII, em 21 de Maio de 1945 realizou a solene canonização do Bem-aventurado Luís Maria Grignion de Montfort.

As imagens de S. Luís Maria Grignion de Montfort apresentam-no com o crucifixo sustentado na mão esquerda. Com o pé direito ele pisa a cabeça de satanás representado em figura humana, tentando destruir um livro sobre o qual se lê o título: “Tratado da Verdadeira Devoção”. O semblante do Santo é sereno. Ele olha o demônio e parece dizer-lhe: “Em vão; tu não o destruirás! A mão direita está estendida e um pouco elevada, apontando o céu num gesto de confirmação daquilo que ele parece nos dizer, isto é, a certeza da vitória sobre o demónio.

Do Tratado «A verdadeira devoção à Santíssima Virgem», de São Luís Maria Grignion de Monfort (nn. 120.121.125-126: Oeuvres complètes, Seuil, Paris 1966, pp. 562-563.566-567) Totus tuus Toda a nossa perfeição consiste em sermos conformes a Jesus Cristo, em nos unirmos e consagrarmos a Ele. A mais perfeita de todas as devoções é sem dúvida aquela que nos conforma, nos une e consagra mais perfeitamente a Jesus Cristo. Ora, porque Maria é, entre todas as criaturas, a mais conforme a Jesus Cristo, conclui-se que, entre todas as devoções, a que melhor consagra e conforma uma alma a Nosso Senhor é a devoção à Santíssima Virgem, sua santa Mãe. E quanto mais uma alma for consagrada a Maria, mais o será a Jesus Cristo. É por isso que a perfeita consagração a Jesus Cristo não é mais que uma perfeita e total consagração de si mesmo à Santíssima Virgem; esta é a devoção que eu ensino. Esta forma de devoção pode chamar-se, com toda a propriedade, a perfeita renovação dos votos e promessas do santo Baptismo, porque nela o cristão dá-se totalmente à Santíssima Virgem, para que, por Maria, pertença todo a Cristo. Assim, a consagração é feita ao mesmo tempo à Santíssima Virgem e a Jesus Cristo: à Virgem Santa Maria, como o modo perfeito que Jesus Cristo escolheu para Se unir a nós e nos unir a Ele; e a Nosso Senhor Jesus Cristo, como nosso fim último, a quem devemos tudo o que somos, porque é o nosso Redentor e o nosso Deus. Além disso, devemos considerar que todo o homem, quando é baptizado, renuncia solenemente, pela sua própria boca ou pela do seu padrinho e madrinha, a Satanás e às suas tentações e obras, e toma Jesus Cristo como seu Mestre e soberano Senhor, a fim de depender d’Ele na qualidade de escravo de amor. É o que realmente se faz nesta devoção: o cristão renuncia ao demónio, ao mundo, ao pecado e a si mesmo, e consagra-se totalmente a Jesus Cristo pelas mãos de Maria. No Baptismo não nos damos a Jesus Cristo pelas mãos de Maria, pelo menos de maneira expressa, e não damos a Jesus Cristo o valor das nossas boas obras. Ficamos, depois do Baptismo, com plena liberdade de aplicar esse valor a quem quisermos ou de o reservar para nós mesmos. Mas, por esta devoção, damo-nos expressamente a Nosso Senhor pelas mãos de Maria e consagramos-Lhe o valor de todas as nossas acções. 12) Santa Joana d'Arc, enviada por Deus para instaurar o Reino de Cristo (30 de maio)... ver mais

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