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Militia Sanctæ Mariæ

Quem somos e o que fazemos

As Festas da Ordem

“O Cavaleiro honra e protege os pobres, os fracos e os deserdados”

Os Cavaleiros de Nossa Senhora, votados ao serviço da Igreja e da Cristandade, celebrarão antes de tudo com fervor as grandes solenidades do ano litúrgico: Natal e a Epifania, Páscoa, Ascensão e o Pentecostes. Mas como são comuns a todos os Cristãos, acrescentar-se-ão doze destas próprias que se encontram organizadas da seguinte forma:

Uma festa solene:

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1) A Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria Mãe de Deus e Rainha do Mundo, titular da Catedral de Chartres (15 de Agosto)

Assunção de Nossa Senhora aos Céus que se celebra no dia 15 de agosto
(Assunção de Nossa Senhora. Castelo de Paiva, Diocese do Porto)

O templo de Deus abriu-se no Céu
e a arca da aliança foi vista no seu templo.
Apareceu no Céu um sinal grandioso:
uma mulher revestida de sol,
com a lua debaixo dos pés
e uma coroa de doze estrelas na cabeça.
Estava para ser mãe
e gritava com as dores e ânsias da maternidade.
E apareceu no Céu outro sinal:
um enorme dragão cor de fogo,
com sete cabeças e dez chifres
e nas cabeças sete diademas.
A cauda arrastava um terço das estrelas do céu
e lançou-as sobre a terra.
O dragão colocou-se diante da mulher que estava para ser mãe,
para lhe devorar o filho, logo que nascesse.
Ela teve um filho varão,
que há-de reger todas as nações com ceptro de ferro.
O filho foi levado para junto de Deus e do seu trono
e a mulher fugiu para o deserto,
onde Deus lhe tinha preparado um lugar.
E ouvi uma voz poderosa que clamava no Céu:
«Agora chegou a salvação, o poder e a realeza do nosso Deus
e o domínio do seu Ungido».
... do Apocalipse de São João (Ap 11,19a;12,1-6a.10ab)

A Assunção de Maria é um dogma solenemente definido por Pio XII em 1 de Novembro de 1950, segundo o qual Nossa Senhora, no termo da sua vida mortal, foi elevada ao céu em corpo e alma.
Pio XII referia que “não só os simples fiéis, mas até aqueles que, em certo modo, personificam as nações ou as províncias eclesiásticas, e mesmo não poucos Padres do concílio Vaticano pediram instantemente à Sé Apostólica esta definição”. “Com o decurso do tempo essas petições e votos não diminuíram, antes foram aumentando de dia para dia em número e insistência”, acrescentava na Constituição Apostólica com a qual se deu a definição do dogma da Assunção de Nossa Senhora em corpo e alma ao Céu.
A Assunção da Virgem é uma participação singular na Ressurreição de seu Filho e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos (Catecismo da Igreja Católica, 966). Os Orientais celebram este mistério desde o século V com o nome de “Dormição de Maria”. No calendário da Igreja latina celebra-se, com a categoria de solenidade, a 15 de Agosto.
A Assunção da Mãe de Deus aos céus, no fim da sua vida terrena, foi proclamada Dogma de Fé pelo Papa Pio XII, no dia 1 de Novembro de 1950, por meio da Constituição Munificentissimus Deus:
"Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus omnipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assumpta em corpo e alma à glória do céu".

Definição solene do dogma
44. “Depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para glória de Deus omnipotente que à Virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da Sua augusta mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos S. Pedro e S. Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi elevada em corpo e alma à glória celestial”.
45. Pelo que, se alguém, o que Deus não permita, ousar, voluntariamente, negar ou pôr em dúvida esta nossa definição, saiba que naufraga na fé divina e católica.
46. Para que chegue ao conhecimento de toda a Igreja esta nossa definição da assunção corpórea da virgem Maria ao céu, queremos que se conservem esta carta para perpétua memória; mandamos também que, aos seus transuntos ou cópias, mesmo impressas, desde que sejam subscritas pela mão de algum notário público, e munidas com o selo de alguma pessoa constituída em dignidade eclesiástica, se lhes dê o mesmo crédito que à presente, se fosse apresentada e mostrada.
47. A ninguém, pois, seja lícito infringir esta nossa declaração, proclamação e definição, ou temerariamente opor-se-lhe e contrariá-la. Se alguém presumir intentá-lo, saiba que incorre na indignação de Deus omnipotente e dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo.
(Constituição Apostólica Munificentissimus Deus)

Oração a Nossa Senhora da Assunção
Ó dulcíssima soberana, Rainha dos Anjos, bem sabemos que, miseráveis pecadores, não éramos dignos de vos possuir neste vale de lágrimas, mas sabemos também que a vossa grandeza não vos faz esquecer a nossa miséria e, no meio de tanta glória, a vossa compaixão, longe de diminuir, aumenta cada vez mais para connosco.
Do alto desse trono em que reinas sobre todos os anjos e santos, volvei para nós os vossos olhos misericordiosos; vede a quantas tempestades e mil perigos estaremos, sem cessar, expostos até o fim de nossa vida! Pelos merecimentos de vossa bendita morte obtende-nos o aumento da fé, da confiança e da santa perseverança na amizade de Deus, para que possamos, um dia, ir beijar os vossos pés e unir as nossas vozes às dos espíritos celestes, para louvar e cantar as vossas glórias eternamente no céu.
Assim seja.

Cinco festas maiores:

2) Cristo-Rei (último domingo "per annum") ... ver mais
3) Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo (sexta-feira depois do II Domingo depois do Pentecostes) ... ver mais
4) Imaculada Conceição da Bem-aventurada Virgem Maria (8 de Dezembro) ... ver mais
5) S. Miguel Arcanjo, príncipe da milícia Celeste e Grão-Mestre da Ordem (29 de Setembro) ... ver mais
6) Natividade de S. João Baptista, Percursos do Senhor e Patrono ... ver mais

Seis festas menores:

7) S. José, Esposo da Virgem Maria e Patrono da Igreja Universal (19 de Março) ... ver mais
8) S. Jorge, Patrono da Cavalaria (23 de Abril) ... ver mais
9) S. Bento, Abade e Patriarca dos Monges do Ocidente (11 de Julho) ... ver mais
10) S. Bernardo de Claraval, Pai dos Cistercienses e dos Templários (20 de Agosto) ... ver mais
11) S. Luís Maria Grignion de Monfort, autor da verdadeira devoção à Santíssima Virgem (28 de Abril) ... ver mais
12) Santa Joana d'Arc, enviada por Deus para instaurar o Reino de Cristo (30 de maio)... ver mais

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